Decoração de exteriores de casas

A elaboração de um caminho sinuoso nos jardins da frente, repleto de pontos de interesse como pedras, árvores, arbustos e pérgolas, reduzem visualmente a longa distância entre a rua e a entrada social. Para suavizar a rigidez da arquitetura, vários tipos de trepadeiras e primaveras se debruçam sobre os volumes construtivos, que acabam por se confundir com o todo. Nada, porém, se compara ao onipresente espelho d*água, que arquitetos e paisagista elaboraram juntos, minuciosamente. “O João relatou a mim sua idéia de utilizar a água como um ponto de atração no projeto. Daí eu radicalizei. Sugeri água na frente e nos fundos, nascendo assim a idéia de um canal com 17 metros de comprimento, três de largura e quase um metro de profundidade. E é ele que “costura” tudo, estabelecendo pontos de fuga em relação ao que está em volta, que faz o observador perder a noção de seu começo e seu fim.”

O espelho d’água vai da entrada à piscina, recortando os interiores com suas pequenas ilhas, surgidas a partir da presença de pedras-sabão ao longo do percurso. Simulando um riacho quando suas águas são agitadas por bombas, ele une conceitualmente mar e montanha através do elemento do lugar, a água.

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